OAT Organic Acids Test — Mapa metabólico e nutricional avançado

O OAT (Teste de Ácidos Orgânicos) entrega um panorama objetivo do metabolismo — conectando sintomas persistentes a padrões bioquímicos relacionados a microbiota, energia mitocondrial, neurotransmissores, detoxificação e demandas nutricionais. Tudo com coleta simples de urina e leitura organizada em 6 categorias clínicas.

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O OAT mede 76 ácidos orgânicos urinários, subprodutos do metabolismo humano e também de microrganismos (bactérias e fungos). Quando rotas metabólicas estão eficientes, esses compostos tendem a aparecer em faixas esperadas. Quando há “travamentos” (por falta de cofatores, sobrecarga de subprodutos microbianos ou outras interferências), surgem padrões alterados que ajudam o prescritor a priorizar condutas e personalizar intervenções com mais clareza.

Outra vantagem relevante é integrar eixos que, na vida real, não acontecem separados. Microbiota influencia subprodutos; energia mitocondrial interfere em disposição e recuperação; demanda de detoxificação e metilação pode alterar tolerância a exposições; necessidades de nutrientes modulam o funcionamento das vias; neurotransmissores têm correlação com estresse, foco e sono. O OAT apoia o raciocínio clínico da medicina funcional integrativa ao mapear todos estes índices em conjunto.

Microbioma

Avalia marcadores urinários associados a supercrescimento de leveduras/fungos e bactérias, além de subprodutos de fermentação e metabólitos característicos (inclusive relacionados a espécies como Clostridium). Ajuda a identificar padrões compatíveis com disbiose e a relação entre microbiota e sintomas sistêmicos (digestivos e extraintestinais), orientando a priorização do eixo intestinal.

Função mitocondrial

Analisa intermediários de vias ligadas à produção de energia, incluindo metabolismo de carboidratos, ácidos graxos e aminoácidos, refletindo como o corpo está convertendo substratos em energia. Na prática, apoia a leitura de fadiga, baixa performance, intolerância ao estresse e recuperação lenta, ajudando a direcionar suporte metabólico com mais critério.

Metilação

Reúne metabólitos que refletem o ciclo de metilação (transferência de grupos metil) e a demanda por nutrientes envolvidos nesse processo. Ajuda a entender quando pode haver maior demanda de cofatores ligados a metilação e equilíbrio bioquímico, especialmente em protocolos integrativos onde o timing e o suporte nutricional importam.

Neurotransmissores

Inclui metabólitos das vias de dopamina, serotonina e noradrenalina/adrenalina, oferecendo um retrato funcional da dinâmica dessas rotas. Auxilia na correlação de padrões bioquímicos com queixas como humor, foco, motivação, estresse e sono, sempre interpretados em conjunto com clínica e contexto do paciente.

Detoxificação

Apresenta marcadores que refletem demanda de detoxificação, incluindo pistas relacionadas ao status de glutationa e necessidade de suporte antioxidante. Avalia quando o organismo pode estar com alta demanda de processamento, o que orienta decisões sobre ritmo do plano, suporte antioxidante e coerência do protocolo.

Deficiências nutricionais

Traz biomarcadores diretos e indiretos que sinalizam necessidades/demandas funcionais de micronutrientes — com destaque frequente para vitaminas do complexo B, antioxidantes e cofatores essenciais para enzimas metabólicas. Na prática, evita suplementação genérica e permite construir reposição e dieta com maior precisão, baseada em demanda metabólica, não só em suposição.

Microbioma

Avalia marcadores urinários associados a supercrescimento de leveduras/fungos e bactérias, além de subprodutos de fermentação e metabólitos característicos (inclusive relacionados a espécies como Clostridium). Ajuda a identificar padrões compatíveis com disbiose e a relação entre microbiota e sintomas sistêmicos (digestivos e extraintestinais), orientando a priorização do eixo intestinal.

Função mitocondrial

Analisa intermediários de vias ligadas à produção de energia, incluindo metabolismo de carboidratos, ácidos graxos e aminoácidos, refletindo como o corpo está convertendo substratos em energia. Na prática, apoia a leitura de fadiga, baixa performance, intolerância ao estresse e recuperação lenta, ajudando a direcionar suporte metabólico com mais critério.

Metilação

Reúne metabólitos que refletem o ciclo de metilação (transferência de grupos metil) e a demanda por nutrientes envolvidos nesse processo. Ajuda a entender quando pode haver maior demanda de cofatores ligados a metilação e equilíbrio bioquímico, especialmente em protocolos integrativos onde o timing e o suporte nutricional importam.

Neurotransmissores

Inclui metabólitos das vias de dopamina, serotonina e noradrenalina/adrenalina, oferecendo um retrato funcional da dinâmica dessas rotas. Auxilia na correlação de padrões bioquímicos com queixas como humor, foco, motivação, estresse e sono, sempre interpretados em conjunto com clínica e contexto do paciente.

Detoxificação

Apresenta marcadores que refletem demanda de detoxificação, incluindo pistas relacionadas ao status de glutationa e necessidade de suporte antioxidante. Avalia quando o organismo pode estar com alta demanda de processamento, o que orienta decisões sobre ritmo do plano, suporte antioxidante e coerência do protocolo.

Deficiências nutricionais

Traz biomarcadores diretos e indiretos que sinalizam necessidades/demandas funcionais de micronutrientes — com destaque frequente para vitaminas do complexo B, antioxidantes e cofatores essenciais para enzimas metabólicas. Na prática, evita suplementação genérica e permite construir reposição e dieta com maior precisão, baseada em demanda metabólica, não só em suposição.

Quer saber o que você irá desvendar com o Exame OAT?

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Descubra os seus desequilíbrios metabólicos

O valor clínico do OAT está em transformar sintomas “difusos” em hipóteses testáveis. Em vez de o médico optar entre hipóteses sobre intestino, estresse, nutrição ou toxinas, o exame aponta pistas de onde o metabolismo está desviando. Isso ajuda a selecionar o próximo passo com mais precisão: quais exames complementares podem ser necessários (fezes, micotoxinas, metais, etc.) e qual intervenção deve ser priorizada.

É um exame especialmente útil quando o paciente já tentou dietas e suplementos, e nada parece ter resolvido. O OAT ajuda a explicar por que certas abordagens falharam — por falta de cofatores, carga bioquímica alta, padrão microbiano, por exemplo. E assim, o médico pode avaliar ajustes mais racionais, com um plano claro para o paciente seguir ao longo do acompanhamento.

Para quem é o teste OAT?

O OAT é um exame avançado de metabolômica orgânica projetado para pessoas que buscam entender melhor como o seu corpo funciona em nível celular e metabólico. Ele acelera a tomada de decisão em casos multifatoriais, ajudando a priorizar conduta clínica com base em padrões bioquímicos — e não apenas em sintomas soltos.

Prevenção de
Doenças Crônicas

Preocupado com doenças crônicas, como diabetes ou problemas cardíacos? O exame OAT ajuda a identificar sinais de alerta no metabolismo.

Gestão de Sintomas
Inexplicáveis

Dificuldade em perder peso, sente fadiga constante, problemas digestivos inexplicáveis ou falta de energia sem uma causa aparente? O exame OAT pode revelar desequilíbrios em metabolismo que estão contribuindo para esses sintomas.

Avaliação do
Impacto de Toxinas

Vivemos em um mundo cheio de poluentes e toxinas que podem afetar nosso corpo de maneiras que não percebemos. O exame OAT verifica a presença de toxinas no organismo, permitindo a conduta de medidas para detoxificação.

Dieta
e Tratamentos

Cada pessoa é única, e o que funciona para um pode não funcionar para outro. O exame OAT oferece informações detalhadas sobre como o corpo processa alimentos e medicamentos, ajudando nutricionistas e médicos a personalizarem dietas e tratamentos para obtenção dos melhores resultados.

É muito fácil e seguro fazer o seu exame em casa

Revele detalhes ocultos sobre o funcionamento interno do seu corpo que raramente são acessados por métodos tradicionais de diagnóstico

Identifique desequilíbrios que podem prenunciar doenças crônicas.

O paciente chega com um conjunto de sintomas que se sobrepõem (digestivo, energia, humor, estresse, intolerâncias, “falta de resposta” a protocolos), e o risco é cair em duas armadilhas: investigar tudo ao mesmo tempo ou tratar por tentativa e erro. O OAT foi desenhado justamente para organizar o caos: ele mostra quais vias metabólicas estão sob maior pressão e onde existem sinais de bloqueio funcional, permitindo sequenciar condutas com lógica.

O OAT oferece direção prática para intervenção personalizada, como um mapa que ajuda a ajustar suporte nutricional, foco intestinal, ritmo do plano e estratégia de detox com base em dados reais. É ideal quando o caso clínico envolve uma soma de fatores, pois permite enxergar sinais bioquímicos de disfunção e explicar sintomas persistentes sem ficar refém de hipóteses genéricas. Ele entrega um mapa funcional do paciente e ajuda a transformar sintomas dispersos em um plano clínico com prioridades, lógica e acompanhamento.

Principais dúvidas

O que é o Teste de Ácidos Orgânicos (OAT)

O Teste de Ácidos Orgânicos (OAT) é uma forma simples e eficiente de avaliar diversas vias metabólicas, oferecendo insights sobre desequilíbrios e necessidades de nutrientes. O OAT pode trazer informações relevantes para uma ampla variedade de condições, tornando-se valioso para pessoas que vivem com quadros crônicos complexos.

São produtos orgânicos ácidos do metabolismo celular que são excretados na urina (em mamíferos). São produzidos por organismos vivos, incluindo humanos, bactérias e fungos. A avaliação desses produtos finais (“downstream”) das vias metabólicas fornece insights sobre possíveis deficiências nutricionais, inflamação, toxicidade e outros desequilíbrios que podem contribuir para queixas clínicas.

Quando há sintomas persistentes e sobrepostos, especialmente em cenários como:

  • queixas digestivas recorrentes + suspeita de disbiose/fermentação

  • fadiga, baixa performance, baixa resiliência ao estresse

  • queixas de humor/foco/sono que exigem leitura integrativa

  • suspeita de sobrecarga tóxica e/ou baixa eficiência de “processamento”

  • necessidade de racionalizar suporte nutricional (cofatores) com base em demanda funcional

Não. Eles são complementares. Testes de fezes tendem a avaliar diretamente ecologia intestinal (marcadores fecais, DNA microbiano, inflamação local, etc., dependendo do exame). O OAT mede efeitos metabólicos e subprodutos que podem refletir impacto sistêmico e demandas bioquímicas. Em muitos casos, o OAT é útil para priorizar e sequenciar a estratégia, enquanto o exame de fezes aprofunda o eixo intestinal quando indicado.

O Teste de Ácidos Orgânicos da Mosaic Diagnostics avalia os níveis de oxalatos na urina. O oxalato (e sua forma ácida, o ácido oxálico) é um ácido orgânico derivado principalmente de três fontes: dieta, fungos (como Aspergillus e Penicillium), possivelmente Candida, e também do metabolismo humano.

O ácido oxálico é o ácido orgânico mais ácido nos fluidos corporais e é usado comercialmente para remover ferrugem de radiadores de carro. O anticongelante (etilenoglicol) é tóxico principalmente porque é convertido em oxalato no corpo. Existem dois tipos de doenças genéticas conhecidas nas quais os oxalatos estão elevados na urina — hiperoxalúria tipo I e tipo II — que também podem ser identificadas por meio do Teste de Ácidos Orgânicos.

Alimentos especialmente ricos em oxalatos muitas vezes são vistos como “saudáveis”, incluindo espinafre, beterraba, chocolate, amendoim, farelo de trigo, chá, castanha de caju, noz-pecã, amêndoas, frutas vermelhas e muitos outros. Hoje, muitas pessoas consomem “green smoothies” (sucos verdes) na tentativa de “comer limpo” e ficar mais saudáveis; porém, podem estar sabotando a própria saúde. Os componentes mais comuns desses sucos são espinafre, couve, acelga e rúcula — todos muito ricos em oxalatos. Esses sucos também costumam levar frutas vermelhas ou amêndoas, que contêm altos níveis de oxalatos. Oxalatos não são encontrados em carne ou peixe em concentrações significativas.

A ingestão diária de oxalato em adultos costuma ser de 80–120 mg/dia. Um único suco verde com duas xícaras de espinafre pode conter cerca de 1.500 mg de oxalato, uma dose potencialmente letal.

Fontes externas de oxalatos incluem o etilenoglicol, principal componente do anticongelante. O anticongelante é tóxico principalmente por causa dos oxalatos formados a partir dele. Além disso, alguns alimentos também contêm pequenas quantidades de etilenoglicol. A vitamina C (ácido ascórbico ou ascorbato) pode ser convertida em oxalatos, mas o sistema bioquímico de conversão satura em níveis baixos de vitamina C, de modo que oxalato adicional não é formado até que doses muito altas (maiores que 4 g por dia) sejam consumidas. A alta correlação entre arabinose e oxalatos indica que o supercrescimento de leveduras/fungos intestinais provavelmente é a principal causa de oxalatos elevados na população do espectro autista.

A deposição de oxalatos em tecidos críticos, como cérebro e vasos sanguíneos, o dano oxidativo causado por sais de oxalato e a deposição de complexos oxalato-mercúrio nos tecidos.

Quase todos os ácidos orgânicos usados em testes humanos são medidos por uma combinação de cromatografia gasosa ou líquida acoplada à espectrometria de massas. Os ácidos orgânicos são mais frequentemente analisados na urina porque não são extensamente reabsorvidos nos túbulos renais após a filtração glomerular.

Assim, os ácidos orgânicos na urina frequentemente estão presentes em concentrações até 100 vezes maiores do que no soro sanguíneo, sendo mais facilmente detectáveis na urina. Por isso, ácidos orgânicos raramente são testados no sangue ou soro.

O número de ácidos orgânicos encontrados na urina é enorme: mais de 1.000 diferentes ácidos orgânicos já foram detectados na urina desde o início desse tipo de análise.

O uso de ácidos orgânicos para oferecer insights sobre desequilíbrios metabólicos funcionais evoluiu a partir do uso diagnóstico histórico na investigação de erros inatos do metabolismo (EIM).

Embora o OAT não tenha sido projetado especificamente para diagnosticar EIMs clássicos, elevações marcantes e persistentes de ácidos orgânicos observadas no perfil podem indicar um defeito de via metabólica subjacente ainda não diagnosticado. Nesses casos, pode ser necessária investigação clínica adicional com base na apresentação do paciente e nos resultados de exames laboratoriais complementares, para orientar testes mais específicos.

Os EIM são um grupo de alterações congênitas das vias metabólicas marcadas pelo acúmulo de metabólitos de ácidos orgânicos (geralmente tóxicos) no sangue (ou seja, acidemias orgânicas) e pelo aumento da excreção de ácidos orgânicos na urina (ou seja, acidúrias orgânicas). Embora cada EIM seja raro e tipicamente se manifeste clinicamente no período neonatal ou no início da infância, formas mais leves — e até assintomáticas — podem surgir na adolescência e na vida adulta.

Devido aos distúrbios metabólicos potencialmente fatais (acidose e cetose) associados aos EIM, surgiu um campo inteiro de rastreamento pré-concepcional e pós-natal. O rastreamento neonatal atual inclui a avaliação de 34 condições principais, permitindo intervenção precoce caso haja um resultado positivo.

Biomarcadores OMX™

  • Ácido Homovanílico
  • Ácido Vanilmandélico
  • Ácido Quinurênico
  • Ácido Metilmalônico
  • Ácido Xanturênico
  • Ácido Pirroglutâmico
  • 8-Hidroxi-2-deoxiguanosina
  • Glicose
  • Ácido Tartárico
  • Ácido 4-Hidroxifenilacético
  • Ácido 4-Hidroxibenzóico
  • Ácido Hipúrico
  • Ácido 3-Indolacético
  • Ácido 2-Hidroxibutírico
  • Ácido Fumárico
  • Ácido 5-Hidroxiindolacético
  • Ácido Quinolinico
  • Ácido 3-Hidroxibutírico
  • Ácido Etilmalônico
  • Ácido Metilsuccínico
  • Ácido Sebácico
  • Ácido Piridóxico
  • Ácido Glutárico
  • Ácido Mandelico
  • Ácido Homogentísico
  • Cortisol
  • Homocisteína
  • Asparagina
  • Glutamina
  • Serina
  • Arginina
  • Leucina
  • Valina
  • Isoleucina
  • Ácido 2-Metilhipúrico
  • 1-Metilhistidina
  • 3-Metilhistidina
  • Ácido 4-Hidroxifenilpirúvico
  • Ácido Adípico
  • Alanina
  • Ácido Aspártico
  • Ácido Benzóico
  • β-Alanina
  • Ácido Cis-Aconítico
  • Ácido Cítrico
  • Citrulina
  • Creatinina
  • Cistationina
  • Etanolamina
  • Ácido Formiminoglutâmico
  • Ácido Glutâmico
  • Glicina
  • Histidina
  • Ácido Isocítrico
  • Ácido Láctico
  • Lisina
  • Ácido Málico
  • Metionina
  • Ornitina
  • Ácido Orotico
  • Ácido Oxálico
  • Ácido Fenilacético
  • Fenilalanina
  • Fosfoetanolamina
  • Prolina
  • Ácido Pirúvico
  • Sarcosina
  • Ácido Subérico
  • Ácido Succínico
  • Taurina
  • Treonina
  • Triptofano
  • Razão Quinurenina/Triptofano
  • Ácido α-Ceto-β-Metilvalérico
  • Ácido α-Cetoglutárico
  • Ácido α-Cetoisocapróico
  • Ácido α-Cetoisovalérico
  • Total de Aminoácidos de Cadeia Ramificada
  • Ácido D-Láctico
  • Ácido Glucárico
  • Ácido Picolínico
  • Tirosina
  • Microalbumina
  • Fosfato
  • Frutose
  • Quercetina
  • Cortisona
  • Aldosterona
  • Ácido gama-aminobutírico
  • Anserina
  • Carnossina
  • Cistina
  • Hidroxiprolina
  • Razão Glutamina/Glutamato
  • Quinurenina
  • Ácido 3-Hidroxiisovalérico
  • Ácido Pimélico
  • 3-Fenilpropionilglicina
  • Hexanoilglicina
  • Suberilglicina
  • Hidroxiquinurenina
  • Equol
  • Arabinitol
  • Ácido Antranílico
  • Sulfocisteína
  • Ácido α-Cetobutírico
  • Glicilprolina
  • Total de Ácidos Orgânicos Ceto de Cadeia Ramificada
  • Homocitrulina
  • Ácido Argininosuccínico
  • Ácido 3,4-Diidroxihidrocinnâmico
  • Ácido 3,5-Diidroxibenzóico
  • Benzolformato