
Avalia marcadores urinários associados a supercrescimento de leveduras/fungos e bactérias, além de subprodutos de fermentação e metabólitos característicos (inclusive relacionados a espécies como Clostridium). Ajuda a identificar padrões compatíveis com disbiose e a relação entre microbiota e sintomas sistêmicos (digestivos e extraintestinais), orientando a priorização do eixo intestinal.

Analisa intermediários de vias ligadas à produção de energia, incluindo metabolismo de carboidratos, ácidos graxos e aminoácidos, refletindo como o corpo está convertendo substratos em energia. Na prática, apoia a leitura de fadiga, baixa performance, intolerância ao estresse e recuperação lenta, ajudando a direcionar suporte metabólico com mais critério.

Reúne metabólitos que refletem o ciclo de metilação (transferência de grupos metil) e a demanda por nutrientes envolvidos nesse processo. Ajuda a entender quando pode haver maior demanda de cofatores ligados a metilação e equilíbrio bioquímico, especialmente em protocolos integrativos onde o timing e o suporte nutricional importam.

Inclui metabólitos das vias de dopamina, serotonina e noradrenalina/adrenalina, oferecendo um retrato funcional da dinâmica dessas rotas. Auxilia na correlação de padrões bioquímicos com queixas como humor, foco, motivação, estresse e sono, sempre interpretados em conjunto com clínica e contexto do paciente.

Apresenta marcadores que refletem demanda de detoxificação, incluindo pistas relacionadas ao status de glutationa e necessidade de suporte antioxidante. Avalia quando o organismo pode estar com alta demanda de processamento, o que orienta decisões sobre ritmo do plano, suporte antioxidante e coerência do protocolo.

Traz biomarcadores diretos e indiretos que sinalizam necessidades/demandas funcionais de micronutrientes — com destaque frequente para vitaminas do complexo B, antioxidantes e cofatores essenciais para enzimas metabólicas. Na prática, evita suplementação genérica e permite construir reposição e dieta com maior precisão, baseada em demanda metabólica, não só em suposição.

Avalia marcadores urinários associados a supercrescimento de leveduras/fungos e bactérias, além de subprodutos de fermentação e metabólitos característicos (inclusive relacionados a espécies como Clostridium). Ajuda a identificar padrões compatíveis com disbiose e a relação entre microbiota e sintomas sistêmicos (digestivos e extraintestinais), orientando a priorização do eixo intestinal.

Analisa intermediários de vias ligadas à produção de energia, incluindo metabolismo de carboidratos, ácidos graxos e aminoácidos, refletindo como o corpo está convertendo substratos em energia. Na prática, apoia a leitura de fadiga, baixa performance, intolerância ao estresse e recuperação lenta, ajudando a direcionar suporte metabólico com mais critério.

Reúne metabólitos que refletem o ciclo de metilação (transferência de grupos metil) e a demanda por nutrientes envolvidos nesse processo. Ajuda a entender quando pode haver maior demanda de cofatores ligados a metilação e equilíbrio bioquímico, especialmente em protocolos integrativos onde o timing e o suporte nutricional importam.

Inclui metabólitos das vias de dopamina, serotonina e noradrenalina/adrenalina, oferecendo um retrato funcional da dinâmica dessas rotas. Auxilia na correlação de padrões bioquímicos com queixas como humor, foco, motivação, estresse e sono, sempre interpretados em conjunto com clínica e contexto do paciente.

Apresenta marcadores que refletem demanda de detoxificação, incluindo pistas relacionadas ao status de glutationa e necessidade de suporte antioxidante. Avalia quando o organismo pode estar com alta demanda de processamento, o que orienta decisões sobre ritmo do plano, suporte antioxidante e coerência do protocolo.

Traz biomarcadores diretos e indiretos que sinalizam necessidades/demandas funcionais de micronutrientes — com destaque frequente para vitaminas do complexo B, antioxidantes e cofatores essenciais para enzimas metabólicas. Na prática, evita suplementação genérica e permite construir reposição e dieta com maior precisão, baseada em demanda metabólica, não só em suposição.
Explore nosso Relatório de Amostra e descubra sobre os marcadores que impactam sua saúde.
O valor clínico do OAT está em transformar sintomas “difusos” em hipóteses testáveis. Em vez de o médico optar entre hipóteses sobre intestino, estresse, nutrição ou toxinas, o exame aponta pistas de onde o metabolismo está desviando. Isso ajuda a selecionar o próximo passo com mais precisão: quais exames complementares podem ser necessários (fezes, micotoxinas, metais, etc.) e qual intervenção deve ser priorizada.
É um exame especialmente útil quando o paciente já tentou dietas e suplementos, e nada parece ter resolvido. O OAT ajuda a explicar por que certas abordagens falharam — por falta de cofatores, carga bioquímica alta, padrão microbiano, por exemplo. E assim, o médico pode avaliar ajustes mais racionais, com um plano claro para o paciente seguir ao longo do acompanhamento.
O OAT é um exame avançado de metabolômica orgânica projetado para pessoas que buscam entender melhor como o seu corpo funciona em nível celular e metabólico. Ele acelera a tomada de decisão em casos multifatoriais, ajudando a priorizar conduta clínica com base em padrões bioquímicos — e não apenas em sintomas soltos.
Preocupado com doenças crônicas, como diabetes ou problemas cardíacos? O exame OAT ajuda a identificar sinais de alerta no metabolismo.
Dificuldade em perder peso, sente fadiga constante, problemas digestivos inexplicáveis ou falta de energia sem uma causa aparente? O exame OAT pode revelar desequilíbrios em metabolismo que estão contribuindo para esses sintomas.
Vivemos em um mundo cheio de poluentes e toxinas que podem afetar nosso corpo de maneiras que não percebemos. O exame OAT verifica a presença de toxinas no organismo, permitindo a conduta de medidas para detoxificação.
Cada pessoa é única, e o que funciona para um pode não funcionar para outro. O exame OAT oferece informações detalhadas sobre como o corpo processa alimentos e medicamentos, ajudando nutricionistas e médicos a personalizarem dietas e tratamentos para obtenção dos melhores resultados.
Quando há sintomas persistentes e sobrepostos, especialmente em cenários como:
queixas digestivas recorrentes + suspeita de disbiose/fermentação
fadiga, baixa performance, baixa resiliência ao estresse
queixas de humor/foco/sono que exigem leitura integrativa
suspeita de sobrecarga tóxica e/ou baixa eficiência de “processamento”
necessidade de racionalizar suporte nutricional (cofatores) com base em demanda funcional
Não. Eles são complementares. Testes de fezes tendem a avaliar diretamente ecologia intestinal (marcadores fecais, DNA microbiano, inflamação local, etc., dependendo do exame). O OAT mede efeitos metabólicos e subprodutos que podem refletir impacto sistêmico e demandas bioquímicas. Em muitos casos, o OAT é útil para priorizar e sequenciar a estratégia, enquanto o exame de fezes aprofunda o eixo intestinal quando indicado.