
O GutCHECK oferece avaliação quantitativa do microbioma a partir do DNA da microbiota gastrointestinal (qPCR), apoiando uma leitura mais objetiva do que está presente na amostra. Como o microrganismo não precisa estar vivo para ser detectado, o exame ajuda a sustentar hipóteses sobre desequilíbrios que podem estar perturbando a flora e contribuindo para quadros gastrointestinais crônicos, com um nível de precisão superior ao olhar exclusivamente qualitativo.

Uma vantagem central do GutCHECK é o mapeamento mais completo do ecossistema intestinal: além de bactérias patogênicas e oportunistas, o painel inclui investigação de vermes/parasitas, vírus, fungos e leveduras. Isso reduz “zonas cegas” em casos persistentes e facilita uma visão mais abrangente do que pode estar sustentando desequilíbrios, especialmente quando a hipótese clínica envolve múltiplos gatilhos ao mesmo tempo.

O GutCHECK integra o mapeamento microbiano com marcadores funcionais (como inflamação, barreira intestinal, imunidade de mucosa e capacidade de digestão) e metabólitos como AGCCs, favorecendo correlação clínica no dia a dia. E, quando aplicável, a presença de cultura (MALDI-TOF) e sensibilidade (antibióticos e inibidores naturais) adiciona um componente prático para orientar condutas mais direcionadas, sem substituir o raciocínio clínico.

O GutCHECK oferece avaliação quantitativa do microbioma a partir do DNA da microbiota gastrointestinal (qPCR), apoiando uma leitura mais objetiva do que está presente na amostra. Como o microrganismo não precisa estar vivo para ser detectado, o exame ajuda a sustentar hipóteses sobre desequilíbrios que podem estar perturbando a flora e contribuindo para quadros gastrointestinais crônicos, com um nível de precisão superior ao olhar exclusivamente qualitativo.

Uma vantagem central do GutCHECK é o mapeamento mais completo do ecossistema intestinal: além de bactérias patogênicas e oportunistas, o painel inclui investigação de vermes/parasitas, vírus, fungos e leveduras. Isso reduz “zonas cegas” em casos persistentes e facilita uma visão mais abrangente do que pode estar sustentando desequilíbrios, especialmente quando a hipótese clínica envolve múltiplos gatilhos ao mesmo tempo.

Ao detectar desequilíbrios como a disbiose intestinal, presença de patógenos ou resistência antimicrobiana, o GI-Map capacita você a agir antes que esses problemas afetem sua qualidade de vida. Imagine ter um guia claro que lhe permita ajustar sua dieta de forma precisa, melhorar sua digestão, reduzir inflamações crônicas e fortalecer seu sistema imunológico.
Explore nosso Relatório de Amostra e descubra sobre os marcadores que impactam sua saúde.
A vida real raramente cabe em uma hipótese única. Um paciente chega com queixas que parecem “só digestivas”, mas que se misturam com cansaço, desconforto recorrente, oscilações de bem-estar e uma sensação constante de que o corpo está reagindo “sem aviso”. Nessa hora, o que mais desgasta não é apenas o sintoma: é a incerteza. O GutCHECK entra justamente como uma ferramenta que ajuda a reduzir essa névoa — não prometendo respostas mágicas, mas oferecendo um mapa clínico mais organizado do que está acontecendo no ecossistema intestinal, para que a conversa entre prescritor e paciente deixe de ser tentativa-e-erro e ganhe direção.
O GutCHECHK revela não apenas os microorganismos que habitam seu intestino, mas também como eles impactam diretamente sua saúde. É mais que um teste; é um olhar atento para o universo invisível do seu microbioma, combinando tecnologia avançada de qPCR com um exame parasitológico detalhado. Veja como ele pode ser importante para você:
A análise visual das fezes avalia parâmetros como cor, forma, muco e sangue oculto, com comentários orientativos no relatório.
Butirato, acetato, propionato e valerato são apresentados com faixa de referência; no laudo, a metodologia é descrita como GC/MS.
Inclui marcadores de inflamação, função digestiva, imunidade mucosa e barreira intestinal (ex.: calprotectina, elastase pancreática, IgA secretora, zonulina, beta-glucuronidase, entre outros).
O laudo traz um resumo por grandes grupos (ex.: parasitas/vermes; bactérias/vírus; fungos/leveduras), seguido do detalhamento das seções, incluindo painel dedicado a microrganismos oportunistas e sinais de supercrescimento, com resultados e faixas de referência.
Pesquisa por parasitas e helmintos, reportando “não detectado” quando não há DNA detectável na amostra. Além da inclusão de H. pylori e a listagem de fatores de virulência “quando detectados positivos”, conforme a observação do laudo.
O laudo inclui uma seção de flora intestinal e uma matriz de ações associadas (barreira epitelial, membrana mucosa, imunomodulação, suporte eixo intestino-cérebro, etc.).
Apresenta percentuais por filos e referência baseada em estudo de população saudável no próprio relatório.
Lista de espécies investigadas (ex.: Candida spp. e outras), com indicação de limites de detecção no laudo-modelo.
Conforme conteúdo enviado, o GutCHECK contempla cultura por MALDI-TOF e sensibilidade a antibióticos e antifúngicos naturais, para auxiliar a condução clínica.
Este exame é indicado para qualquer pessoa que deseje entender melhor sua saúde intestinal, especialmente se estiver enfrentando:
O GutCHECK combina mapeamento do microbioma + leitura funcional do intestino em um único laudo. Ele mostra quem está presente (grupos de microrganismos relevantes) e como o intestino está reagindo (marcadores funcionais). A proposta é ajudar você a separar, com mais clareza, cenários como: disbiose predominante, presença de patógenos, componente inflamatório, fragilidade de barreira e sinais indiretos de disfunção digestiva — para organizar conduta e acompanhamento em etapas, em vez de “tentar mais uma coisa”.
O GutCHECK integra metodologias complementares, cada uma com uma função:
qPCR (PCR quantitativo): detecta e quantifica DNA microbiano, ajudando a estimar carga/abundância relativa em categorias do painel.
ELISA: utilizado para alguns marcadores funcionais (proteínas/anticorpos), trazendo uma camada de resposta do hospedeiro.
MALDI-TOF (cultura/identificação): quando há cultura, auxilia na identificação rápida de microrganismos que cresceram e pode apoiar decisões de conduta.
GC/MS (para AGCCs): leitura de metabólitos como acetato, butirato, propionato e valerato, ajudando a qualificar o “ambiente” intestinal.
Em resumo: um método mostra “quem está lá”, outro mostra “como o intestino está respondendo” e outro pode apoiar o “como conduzir”.
O GutCHECK foi desenhado para uma leitura mais ampla do intestino, incluindo patógenos e desequilíbrios em diferentes categorias (não apenas bacterianas), além de uma avaliação da flora intestinal como ecossistema. Na prática, isso reduz o risco de você receber um resultado “incompleto” quando o quadro do paciente não fecha em uma hipótese única.
O exame mede o DNA da microbiota para mapear o que está presente na amostra, o que dá ao prescritor uma base mais objetiva para discutir causas prováveis e desequilíbrios relevantes. E ele não fica preso apenas ao “micro-organismo”: o laudo integra também marcadores que apontam como o intestino está respondendo, o que aumenta a utilidade clínica do resultado na correlação com sintomas e histórico.
O laudo pode incluir marcadores que ajudam a entender se há sinal de inflamação intestinal, como está a defesa local, e se existe indício de barreira intestinal comprometida, além de parâmetros ligados à capacidade digestiva e ao ambiente intestinal. Essa camada funcional é o que dá mais “profundidade” ao exame, porque permite diferenciar um caso que é principalmente desequilíbrio microbiano de um caso em que o intestino já está respondendo com inflamação — e isso muda conduta.
O laudo pode incluir marcadores como:
Calprotectina: indicador de atividade inflamatória intestinal (útil para estratificar intensidade e necessidade de investigação/conduta).
IgA secretora (sIgA): sinaliza a imunidade de mucosa (baixa pode sugerir defesa local comprometida).
Zonulina: marcador associado a permeabilidade/barreira intestinal (elevada sugere alteração de barreira).
Elastase pancreática: marcador indireto de função pancreática exócrina (apoia leitura de capacidade digestiva).
O ganho aqui é que você não fica só no “micro-organismo X apareceu”: você consegue correlacionar microbioma + inflamação + barreira + imunidade de mucosa + digestão no mesmo raciocínio.
Patógenos Bacterianos
O GutMap™ também inclui a avaliação dos fatores de virulência e resistência antibacteriana do H. pylori, incluindo:
Genes de Resistência Antibacteriana:
Outros Microorganismos e Marcadores: